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28 de set. de 2011

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA

.: Fiquei um bom tempo afastado do blog, mas hoje finalmente consegui um tempinho pra escrever algo dedicado exclusivamente para aqui :.




Recentemente, fui indagada a escrever um texto sobre aquilo que não concordo, com o intuito de explicar o porquê e de sugerir alternativas. Existem muitas coisas com as quais não concordo, mas uma em especial é como se aborda educação ambiental na escola.

Sabemos que trabalhar educação ambiental no âmbito escolar não é lá uma tarefa muito fácil, porém, isso não quer dizer que a mesma possa ser “banalizada” pelos profissionais da educação.


A educação ambiental é banalizada na escola, quando os profissionais que a compõe ficam “jogando” essa responsabilidade para “cima” e exclusivamente do professor de ciências ou biologia, como se apenas esses profissionais fossem capazes de tal trabalho.

Esses outros profissionais esqueceram que a educação ambiental no âmbito escolar se trata de um tema transversal e, portanto, deve ser trabalhado de forma interdisciplinar para se conseguir maior êxito na temática.

Trabalhando de forma indisciplinar, podemos abandonar a “pedagogia do não pode”, que apenas tenta recriminar – no bom sentido da palavra – a criança de que isso ou aquilo é proibido. Mas onde está a explicação dessas “proibições”?

Dizer para uma criança que não pode jogar lixo na rua ou no rio é algo muito fácil, porém é algo também muito vago, pois a criança – curiosa por natureza – tem a tendência a se importar com aquilo que faz sentido, ela tem a necessidade e o direito de saber o porquê de não fazer aquilo.

Agindo dessa forma, causamos nos alunos um incomodo com a situação, despertando neles a vontade de preservar e manter sua comunidade, bairro e cidades limpas.

Um exemplo que dei no texto foi do professor de matemática que poderia propor a seus alunos que economizasse água e luz durante um determinado período, e depois fosse feita uma comparação – através de dados – com as respectivas contas anterior e posterior ao período sugerido, mostrando aos alunos o quanto cada um conseguiu de economia e totalizando o quanto a turma economizou. 

Fazendo isso, além de provar ao aluno de que é possível cuidar do meio ambiente, conseguimos ainda mostrar a importância do coletivismo, onde todos se unem em prol de um ideal, que no caso seria a conservação da natureza.

Portanto, é necessário que a escola e seus profissionais quebrem esse paradigma e mudem sua pedagogia para uma que alcance o objetivo da temática, pois para a mesma existem várias formas de abordagem, cabendo apenas que parem de banalizar, e se interessem em fazer a diferença. 




9 de ago. de 2011

ATO MUNDIAL CONTRA BELO MONTE



A luta contra Belo Monte e o modelo de desenvolvimento do consumo e do mercado, exterminadores de sonhos e vidas, chega a uma etapa decisiva.
Os monstros de ferro já chegaram ao Xingu. Máquinas que devoram árvores e aniquilam friamente pássaros e pequenos animais. Gritos e gemidos ecoam na floresta.
Governos e políticos corruptos, empreiteiras e mineradoras, o capital, querem matar o rio Xingu para gerar energia para indústrias que poluem, superaquecem e destroem o planeta.
Contra este projeto de morte, milhares, milhões de mulheres e homens já estão organizados. Defendendo a vida, darão, sem hesitar, suas próprias vidas. 


EM DEFESA DOS POVOS, DA FLORESTA E DOS RIOS DA AMAZÔNIA!
ATO MUNDIAL CONTRA BELO MONTE – 20 DE AGOSTO DE 2011
EM CADA CIDADE, EM CADA PAÍS


Faça também parte dessa luta em defesa ao Xingu... Junte-se ao ato em sua cidade e diga:

NÃO A BELO MONTE!!! 


7 de ago. de 2011

Mudanças no Blog


Resolvi mudar o blog em seu contexto, de forma a deixá-lo mais atraente, porém não deixarei de abordar temas sociais e ambientais.

Essa mudança será em breve, sendo que o blog deixará de ser apenas meu, pois alguns amigos também irão participar das postagens.

Muitos podem achar que dessa forma o blog se tornará uma bagunça, porém, eu pensei um modo para que isso não aconteça. Todo mês nos reuniremos e montaremos uma pauta com temas a serem abordados durante aquele mês. Mas isso não significa que deixaremos de postar assuntos imediatos.

A proposta inicial é trabalhar assuntos na área da biologia, porém de uma forma simples para que qualquer pessoa ao ler, entenda e perceba o quanto aquilo está ligado a sua realidade.
Um exemplo disso seria a abordagem da genética no blog, que não seria uma explicação como em uma sala de aula, mas sim explicar porque e como ocorrem algumas doenças hereditárias, bem como suas características.

Esse exemplo também serve para outros temas da biologia como botânica, ecologia, biologia celular, zoologia e etc.

Dessa forma, espero que o blog se torne mais útil e interessante, pois o intuito é simplesmente informativo.

6 de jul. de 2011

Pombos - Um caso de Zoonoses


 

Atualmente enfrentamos grandes problemas a respeito de animais sinantrópicos, pois quanto mais as cidades crescem, mais esses animais se multiplicam. É o caso dos pombos que são aves de origem europeia, mas muito frequentes nas cidades brasileiras.
 
Essas aves se alimentam de grãos e sementes, mas com a presença nas cidades, passaram a se alimentarem também de restos de alimentos. Têm costume de se abrigarem em locais demasiados altos como prédios, torres de igrejas, forros de casas e beiras de janelas, geralmente esses lugares estão próximos de onde se alimentam, além de servir para a construção de seus ninhos; o que provoca a permanência dos pombos nesses locais. O ciclo de vida desse animal é de 3 a 5 anos nos centros urbanos e põem de 1 a 2 ovos que são incubados por um período de 17 a 19 dias.

Esses animais são transmissores de algumas doenças como histoplasmose, clamidiose, salmonelose, dermatite e a criptococose. São ocasionadas por fungos ou bactérias encontrados nos pombos, comprometendo o aparelho digestivo, o sistema respiratório, o sistema nervoso, o aparelho digestivo e alergias cutâneas.

As prevenções dessas doenças consistem em medidas simples, que cada indivíduo pode fazer, como: não dar alimentos aos pombos para que eles tenham sua função na natureza e sua população permaneça controlada, recolher sobras de alimentos de animais domésticos, proteger o nariz e a boca com máscara ou pano úmido e utilizar luvas quando for limpar locais onde estejam fazes e ninhos de pombos, antes da limpeza deve-se usar uma solução de desinfetante a base de cloro para amolecer as excretas, além fechar os locais onde os pombos se abrigam como tela ou alvenaria depois de efetuada a limpeza.

Com cada um fazendo sua parte, diminuiremos a população de pombos nas cidades e ao mesmo tempo estaremos prevenindo doenças gravíssimas ao ser humano. Caso contrário, a população de pombos tende a aumentar e ocasionar grandes problemas de saúde pública. 

A equipe de zoonoses ajuda a controlar esse aumento, mas cabe a nós também tomarmos certas medidas, já que se trata de cuidado com a  nossa saúde e da nossa família.


Imagem: Google

4 de jul. de 2011

Justiça a mãe natureza



Hoje escrevo sobre justiça, mas não ao homem e sim a natureza. Gostaria que prestassem bastante atenção no texto que se segue.



Nós usamos e abusamos do que a natureza nos dá, mas eu pergunto: 
O que damos em troca?


Cuidado?


Respeito?


Não, damos a natureza o nosso desprezo, a nossa ignorância. Pensamos que ela estará sempre conosco, que podemos usar à vontade, pois jamais irá acabar.


Ela pode nunca acabar, mas seus recursos irão diminuir cada vez mais, até o dia que não teremos mais o que usarmos. E mesmo que dure para sempre, devemos agradecê-la, respeitá-la e amá-la, pois sem ela não existiria o nosso pãozinho de cada dia, um piquenique na cachoeira, uma lua de mel a beira mar, um esporte de aventura, etc.


Lembre-se que mesmo ela sendo castigada por nós, ainda assim resiste e nos dá de presente suas maravilhas. Como uma mãe que não rejeita seus filhos, a natureza mesmo toda despedaçada dá a graça de acolher todos nós.


Devemos nossa vida a MÃE NATUREZA.


Então porque não começamos a tratá-la com mais respeito e cuidado executando algumas medidas simples como:


  • ·         Jogar o lixo em lugar apropriado;
  • ·         Evitar queimadas;
  • ·         Preservar nossas matas, rios e mares;
  • ·         Se divertir respeitando a natureza;
  • ·         Evitar desperdiçar água;
  • ·         Se tiver como, passar a ir a pé ou de bicicleta para o trabalho ou escola;
  • ·         Multiplicar esses cuidados falando com amigos e familiares para respeitar a natureza.



São medidas simples, mas se cada um colaborar um pouquinho fará uma grande diferença.


 
Dessa forma, termino deixando uma pergunta:


Porque você precisa da natureza para viver?




Foto by: Simone Rinaldi